Meus amados irmãos e amigos, como é bom estar aqui de volta. Depois de quase 4 meses ausente do blog, fico muito feliz em voltar a postar sobre aquilo que tenho aprendido na Palavra de Deus e tem me levado a um crescimento espiritual, e creio que ao de vocês que leem também. Bendito seja o nome de nosso Deus e Pai que através do Espírito Santo nos revela a Sua palavra. Amém!
Hoje vou escrever sobre um texto que sempre me deixou curioso e algumas pessoas o interpretam de maneira equivocada, mas pela graça de Deus, vou compartilhar com vocês o entendimento que o Espírito Santo me deu.
O texto encontra-se em Atos 16.6,7: "Paulo e seus companheiros viajaram pela região da Frígia e da Galácia, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia. Quando chegaram à fronteira da Mísia, tentaram entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus os impediu".
Paulo pretendia pregar as Boas Novas aos gentios, e o texto diz que ele e seus companheiros foram impedidos pelo Espírito. Como assim? Como Deus o impede alguém? Essa sempre foi minha dúvida.
Neste exemplo acima, Paulo recebeu revelação em sonho de que deveria ir à Macedônia "Depois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho." (At. 16.10)
Em outro caso, vejam uma situação parecida, em que Paulo foi novamente impedido, desta vez de uma maneira bem clara. Vejam só o que diz em Romanos 15.20: "Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido de forma que não estivesse edificando sobre o alicerce de outro". E logo em seguida, nos versos 22 e 23 ele faz a conclusão correta: "É por isso que muitas vezes fui impedido de chegar até vocês. Mas agora, não havendo nestas regiões nenhum outro lugar em que precise trabalhar, e visto que há anos anseio vê-los...".
Paulo deixa claro que tem consciência de seu ministério com os gentios, e vivia para levar-lhes a mensagem de Cristo. Como pois, ele era impedido por Deus de fazer uma viagem? Isso acontecia sempre que o Espírito Santo revelava a ele alguma região que ainda não havia ouvido o evangelho. Assim era necessário dar prioridade à pregação, ficando em segundo plano outras viagens.
A Bíblia é um conjunto de livros em que muitas vezes vários textos separados se passam na mesma época (principalmente no caso dos livros históricos ) ou que, como nesse caso de Paulo, se completam de uma alguma maneira. Por isso é importante que todo crente tenha conhecimento de toda a Bíblia.
Que Deus abençoe a você e sua família, levando ao pleno conhecimento da Sua palavra e do Seu amor. Até a próxima!
sábado, 13 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Conhecereis a verdade, e ela vos libertará
Acho que texto mais conhecido do que esse acima, só mesmo aquele que é o texto-áureo da Bíblia. Vamos relembrá-lo? "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16).
Isso me traz a mente uma pequena historinha. É mais ou menos assim:
"Havia em uma cidade dois garotos, que apesar de terem idades próximas, nunca se conheceram. Um deles, o mais velho, conhecia um senhor distinto, respeitado por todos; ele era um grande professor. Mas, apesar de conhecê-lo nunca se aproximou dele. Apenas sabia quem era e ouvia algumas histórias acerca dele. O outro garoto porém, nunca o havia conhecido.
"Cresceram, até que um dia os dois foram presos, e se viram sozinhos.
"Por ser demais respeitado, era costume na cidade, que uma vez por ano o professor visitasse o presídio e escolhesse alguém para estar sob seus cuidados; uma chance de reabilitação. Naquele ano, o escolhido foi o homem mais novo, por um simples motivo: o professor nunca havia tido contato algum com ele.
"Os dois tornaram-se próximos, e o homem absorveu cada um dos ensinamentos do professor, mudando completamente, transformando-se numa nova pessoa.
"No ano seguinte, o homem mais velho, que ainda estava preso, foi o escolhido. Porém, ao sair da cadeia recusou-se a ficar com o professor, pois segundo ele, já conhecia os seus ensinamentos, e preferia viver por si só. Pouco tempo depois, foi preso, e com o agravante de haver negado a ajuda do professor, não teve mais oportunidade de liberdade."
O que essa breve história conta, é algo parecido com o que acontece com muita gente na igreja. Desde de pequenos são criados na igreja, estão lá todos os domingos, até participam de grupos. Mas, seu coração está distante dos ensinamentos do Mestre, e ele cairá, e não reconhecendo sua dependência do Mestre, tentará se erguer sozinho, e falhará. E o pecado terá domínio sobre ele.
Diferentemente, acontece com aqueles que um dia agarram a oportunidade oferecida pelo Espírito Santo - sim, porque sempre é Ele quem prepara o momento certo, não nós ou qualquer outra pessoa - e tem suas vidas completamente transformadas, e o pecado não tem mais domínio sobre elas, pois vivem de acordo com os ensinamentos do Mestre.
É disso que o versículo fala: "Conhecereis a verdade, e Ela vos libertará" (João 8.32). E ainda mais em "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (vv 36). Somente será totalmente livre do pecado, aquele que verdadeiramente conhece a verdade.
Sobre aqueles que erram e insistem em negar a necessidade de Deus, sendo que uma vez provaram do seu amor, está escrito sobre eles em Hebreus 6.4-6. Seu fim é terrível! pois, crucificam novamente a Cristo e o expõe a desonra pública, visto que não demonstram uma transformação verdadeira, sendo essa a base do evangelho das Boas Novas, a transformação do homem pecador em um servo de Deus.
Vamos nos esforçar com todas as forças para que conheçamos e prossigamos em conhecer (Oséias 6.3) a Cristo, e os seus ensinamentos. Para o nosso próprio bem , e glória de Deus. Amém, que Deus abençoe a você e sua família e até a próxima!
Isso me traz a mente uma pequena historinha. É mais ou menos assim:
"Havia em uma cidade dois garotos, que apesar de terem idades próximas, nunca se conheceram. Um deles, o mais velho, conhecia um senhor distinto, respeitado por todos; ele era um grande professor. Mas, apesar de conhecê-lo nunca se aproximou dele. Apenas sabia quem era e ouvia algumas histórias acerca dele. O outro garoto porém, nunca o havia conhecido.
"Cresceram, até que um dia os dois foram presos, e se viram sozinhos.
"Por ser demais respeitado, era costume na cidade, que uma vez por ano o professor visitasse o presídio e escolhesse alguém para estar sob seus cuidados; uma chance de reabilitação. Naquele ano, o escolhido foi o homem mais novo, por um simples motivo: o professor nunca havia tido contato algum com ele.
"Os dois tornaram-se próximos, e o homem absorveu cada um dos ensinamentos do professor, mudando completamente, transformando-se numa nova pessoa.
"No ano seguinte, o homem mais velho, que ainda estava preso, foi o escolhido. Porém, ao sair da cadeia recusou-se a ficar com o professor, pois segundo ele, já conhecia os seus ensinamentos, e preferia viver por si só. Pouco tempo depois, foi preso, e com o agravante de haver negado a ajuda do professor, não teve mais oportunidade de liberdade."
O que essa breve história conta, é algo parecido com o que acontece com muita gente na igreja. Desde de pequenos são criados na igreja, estão lá todos os domingos, até participam de grupos. Mas, seu coração está distante dos ensinamentos do Mestre, e ele cairá, e não reconhecendo sua dependência do Mestre, tentará se erguer sozinho, e falhará. E o pecado terá domínio sobre ele.
Diferentemente, acontece com aqueles que um dia agarram a oportunidade oferecida pelo Espírito Santo - sim, porque sempre é Ele quem prepara o momento certo, não nós ou qualquer outra pessoa - e tem suas vidas completamente transformadas, e o pecado não tem mais domínio sobre elas, pois vivem de acordo com os ensinamentos do Mestre.
É disso que o versículo fala: "Conhecereis a verdade, e Ela vos libertará" (João 8.32). E ainda mais em "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (vv 36). Somente será totalmente livre do pecado, aquele que verdadeiramente conhece a verdade.
Sobre aqueles que erram e insistem em negar a necessidade de Deus, sendo que uma vez provaram do seu amor, está escrito sobre eles em Hebreus 6.4-6. Seu fim é terrível! pois, crucificam novamente a Cristo e o expõe a desonra pública, visto que não demonstram uma transformação verdadeira, sendo essa a base do evangelho das Boas Novas, a transformação do homem pecador em um servo de Deus.
Vamos nos esforçar com todas as forças para que conheçamos e prossigamos em conhecer (Oséias 6.3) a Cristo, e os seus ensinamentos. Para o nosso próprio bem , e glória de Deus. Amém, que Deus abençoe a você e sua família e até a próxima!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Cidadão do céu, sujeito às leis da terra
Estamos chegando a mais um período de eleições para vereadores e prefeitos, e quando começa essa corrida são muitas as campanhas de conscientização de voto promovidas pelo governo federal.
Este ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou uma campanha muito criativa e inteligente sobre a importância não só de votar com responsabilidade, mas também de acompanhar o trabalho de seu candidato após ele haver sido eleito. O slogan diz "quatro anos é muito tempo".
Embalado nesse clima de incentivo ao exercício de nossa cidadania, quero trazer neste post algumas palavras que considero importantes.
Em primeiro lugar, não devemos nunca esquecer que nossa vida na terra é muito breve se a compararmos a eternidade da nossa alma. Como eu já disse de outras vezes, baseado nas cartas do apóstolo Paulo, devemos gastar nossa vida investindo na vida que teremos por toda a eternidade. Ou seja, o melhor caminho é dedicar-se a vontade de Deus para desfrutar de uma vida plena ao Seu lado no céu.
Entretanto, não podemos esquecer de um "pequeno" detalhe: ainda estamos na terra. O apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos nos dá alguns conselhos. Vamos ao texto-base de hoje:
"Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por Ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação para si mesmos" (Romanos 13.1,2).
Sendo assim, em segundo lugar, de acordo com o texto-base, vemos que toda e qualquer autoridade está debaixo da autoridade maior que é Deus, e todos devem se submeter a elas.
Lembra dos atributos de Deus? Onipresente, onisciente e onipotente? Vamos focar nesse último: onisciente, ou seja, aquele [o único] que detém todo o poder. Em miúdos: se todo o poder pertence a Ele, qualquer um que tenha qualquer tipo de poder, o recebeu de Deus segundo o seu propósito.
Paulo explica algo que resistimos em entender: Deus constituiu cada autoridade e deu-lhes poder, é dever nosso nos submetermos a elas, e Deus se responsabilizará por cada um. É nosso dever orar por nossos governantes e entregá-los nas mãos de Deus.
Então quer dizer que quem tem de ser eleito será porque é da vontade de Deus e eu só tenho que obedecê-lo? E quanto a campanha do TSE? Não devo cobrar os políticos?
A Palavra de Deus nos diz que devemos orar por nossos governantes. Mas não só isso; Paulo nos deu um exemplo claro, que está registrado no livro dos Atos dos Apóstolos (capítulo 25, verso 22). O apóstolo seria açoitado perante todos, porém ele valeu-se de seus direitos de cidadão romano e foi apelando e sendo julgado por cada autoridade em várias instâncias.
Paulo deixou clara a mensagem sobre o nosso comportamento em relação as autoridades. Devemos reconhecer que elas estão debaixo da suprema autoridade - Deus - e por isso devemos honrá-las e obedecê-las. Devemos orar por elas. E devemos exercer os nossos direitos. Se elegemos nossos representantes, temos o direito de cobrá-los (dentro da lei) para que cumpram aquilo que prometeram fazer.
Bem, esse assunto é bem mais extenso do que pensei quando comecei a escrever. Minha intenção era apenas de comentar o texto (que só citei em parte) de Romanos 13,1-7. Para não me estender muito, continuarei o tema nos próximos posts.
Até a próxima, e que Deus inunde a sua vida com a Sua Paz!
Este ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou uma campanha muito criativa e inteligente sobre a importância não só de votar com responsabilidade, mas também de acompanhar o trabalho de seu candidato após ele haver sido eleito. O slogan diz "quatro anos é muito tempo".
Embalado nesse clima de incentivo ao exercício de nossa cidadania, quero trazer neste post algumas palavras que considero importantes.
Em primeiro lugar, não devemos nunca esquecer que nossa vida na terra é muito breve se a compararmos a eternidade da nossa alma. Como eu já disse de outras vezes, baseado nas cartas do apóstolo Paulo, devemos gastar nossa vida investindo na vida que teremos por toda a eternidade. Ou seja, o melhor caminho é dedicar-se a vontade de Deus para desfrutar de uma vida plena ao Seu lado no céu.
Entretanto, não podemos esquecer de um "pequeno" detalhe: ainda estamos na terra. O apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos nos dá alguns conselhos. Vamos ao texto-base de hoje:
"Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por Ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação para si mesmos" (Romanos 13.1,2).
Sendo assim, em segundo lugar, de acordo com o texto-base, vemos que toda e qualquer autoridade está debaixo da autoridade maior que é Deus, e todos devem se submeter a elas.
Lembra dos atributos de Deus? Onipresente, onisciente e onipotente? Vamos focar nesse último: onisciente, ou seja, aquele [o único] que detém todo o poder. Em miúdos: se todo o poder pertence a Ele, qualquer um que tenha qualquer tipo de poder, o recebeu de Deus segundo o seu propósito.
Paulo explica algo que resistimos em entender: Deus constituiu cada autoridade e deu-lhes poder, é dever nosso nos submetermos a elas, e Deus se responsabilizará por cada um. É nosso dever orar por nossos governantes e entregá-los nas mãos de Deus.
Então quer dizer que quem tem de ser eleito será porque é da vontade de Deus e eu só tenho que obedecê-lo? E quanto a campanha do TSE? Não devo cobrar os políticos?
A Palavra de Deus nos diz que devemos orar por nossos governantes. Mas não só isso; Paulo nos deu um exemplo claro, que está registrado no livro dos Atos dos Apóstolos (capítulo 25, verso 22). O apóstolo seria açoitado perante todos, porém ele valeu-se de seus direitos de cidadão romano e foi apelando e sendo julgado por cada autoridade em várias instâncias.
Paulo deixou clara a mensagem sobre o nosso comportamento em relação as autoridades. Devemos reconhecer que elas estão debaixo da suprema autoridade - Deus - e por isso devemos honrá-las e obedecê-las. Devemos orar por elas. E devemos exercer os nossos direitos. Se elegemos nossos representantes, temos o direito de cobrá-los (dentro da lei) para que cumpram aquilo que prometeram fazer.
Bem, esse assunto é bem mais extenso do que pensei quando comecei a escrever. Minha intenção era apenas de comentar o texto (que só citei em parte) de Romanos 13,1-7. Para não me estender muito, continuarei o tema nos próximos posts.
Até a próxima, e que Deus inunde a sua vida com a Sua Paz!
domingo, 17 de agosto de 2008
Você está sentindo?
Algumas frases podem soar como a mais pura verdade se forem temperadas com dois ingredientes especiais: convicção e oportunismo. Se alguém está muito convicto sobre alguma coisa, é muito provável que consiga convencer mais alguém sobre a sua idéia. Quer ser aceito naquilo que fala? Fale a alguém predisposto a te ouvir. Por exemplo, se alguém passa por dificuldades financeiras, fale a ela como ela pode ganhar dinheiro fácil; se ela foi injustiçada, diga-lhe sobre seus direitos; resumidamente, diga ao povo o que ele quer ouvir, e você sempre será aceito.
Há, porém, um enorme perigo aqui! Nós devemos ser instrumentos de Deus, e eu como músico sei muito bem, que instrumento nenhum tem vontade própria e executa a música que bem entender. Somos apenas instrumentos! Mas, esse assunto fica para outro dia.
Hoje quero falar sobre outro assunto. Em vários programas "populares" da TV - aqueles típicos programas de auditório - psicólogos e artistas querendo ser conselheiros ensinam aos telespectadores: "faça aquilo que você realmente deseja; siga seu coração"! Ok, um programa qualquer de TV diz muitas coisas erradas, mas e quando esses ensinamentos entram na igreja?
Quem já não ouviu palavras que incentivam agir quando sentir isso ou aquilo? "Se você sentir em seu coração, faça!", "você está sentindo algo agora?". Não estou fazendo contra-apologia aos sentimentos do coração. Mas, se basear em emoções é um grande risco.
O profeta Jeremias disse em seu livro "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" (Jeremias 17.9). Como posso basear minhas atitudes e minhas convicções naquilo que tenho de mais enganoso (o coração)?
Sempre fico desconfiado quando alguém em seu discurso começa a usar elementos emocionais. Emocional e racional vivem em luta; é difícil equilibrar os dois, principalmente se de propósito um dos dois for mais estimulado que o outro por aquilo que se ouve.
Devemos ter cuidado, assim como advertiu o profeta Oséias: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento" (Oséias 4.6). Mas, o mesmo profeta deu a receita do remédio, "Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor" (Oséias 6.3).
Se alguém perguntar: "você está sentindo?", responda, "não, eu estou pensando!". O evangelho é baseado em fé; sobre a racionalidade, o apóstolo Paulo escreveu: "Rogo-vos, pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12.1).
Eu também nunca havia pensado sobre isso, até ler o livro "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" escrito por Mark W. Baker. Ele conta várias histórias de pessoas que foram ao seu consultório com problemas que adquiriram porque basearam suas atitudes em seus sentimentos; "mas, eu senti que devia fazer isso" foi a frase mais repetida aquelas pessoas.
Meus irmãos, nossa fé é racional. Nossas convicções devem ser fundamentadas na palavra de Deus. Nosso coração é mais enganoso e perverso do que todas as coisas. Cuidado! Não vamos nos deixar enganar e sermos destruídos. Deus é nosso Pai e quer nos ensinar a viver em seus caminhos.
Que a Paz de Deus inunde a sua vida. Amém!
Há, porém, um enorme perigo aqui! Nós devemos ser instrumentos de Deus, e eu como músico sei muito bem, que instrumento nenhum tem vontade própria e executa a música que bem entender. Somos apenas instrumentos! Mas, esse assunto fica para outro dia.
Hoje quero falar sobre outro assunto. Em vários programas "populares" da TV - aqueles típicos programas de auditório - psicólogos e artistas querendo ser conselheiros ensinam aos telespectadores: "faça aquilo que você realmente deseja; siga seu coração"! Ok, um programa qualquer de TV diz muitas coisas erradas, mas e quando esses ensinamentos entram na igreja?
Quem já não ouviu palavras que incentivam agir quando sentir isso ou aquilo? "Se você sentir em seu coração, faça!", "você está sentindo algo agora?". Não estou fazendo contra-apologia aos sentimentos do coração. Mas, se basear em emoções é um grande risco.
O profeta Jeremias disse em seu livro "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" (Jeremias 17.9). Como posso basear minhas atitudes e minhas convicções naquilo que tenho de mais enganoso (o coração)?
Sempre fico desconfiado quando alguém em seu discurso começa a usar elementos emocionais. Emocional e racional vivem em luta; é difícil equilibrar os dois, principalmente se de propósito um dos dois for mais estimulado que o outro por aquilo que se ouve.
Devemos ter cuidado, assim como advertiu o profeta Oséias: "O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento" (Oséias 4.6). Mas, o mesmo profeta deu a receita do remédio, "Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor" (Oséias 6.3).
Se alguém perguntar: "você está sentindo?", responda, "não, eu estou pensando!". O evangelho é baseado em fé; sobre a racionalidade, o apóstolo Paulo escreveu: "Rogo-vos, pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12.1).
Eu também nunca havia pensado sobre isso, até ler o livro "Jesus, o maior psicólogo que já existiu" escrito por Mark W. Baker. Ele conta várias histórias de pessoas que foram ao seu consultório com problemas que adquiriram porque basearam suas atitudes em seus sentimentos; "mas, eu senti que devia fazer isso" foi a frase mais repetida aquelas pessoas.
Meus irmãos, nossa fé é racional. Nossas convicções devem ser fundamentadas na palavra de Deus. Nosso coração é mais enganoso e perverso do que todas as coisas. Cuidado! Não vamos nos deixar enganar e sermos destruídos. Deus é nosso Pai e quer nos ensinar a viver em seus caminhos.
Que a Paz de Deus inunde a sua vida. Amém!
sábado, 9 de agosto de 2008
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Rei x Pai
Como será morar em um reino? Estar em um lugar governado por um único líder absoluto, responsável por todo o povo que habita em um território. Por mais que eu assista filmes de época, não consigo atingir tal imaginação.
Seria possível falar pessoalmente com esse rei? Vamos relembrar a história de Ester.
Houve uma época em que o povo judeu esteve dominado pelos medos e persas, e seu imperador era Assuero. Sua rainha o desonrou e ele determinou que outra mulher deveria assumir a coroa em seu lugar. Todas as mulheres da região foram trazidas até o palácio, e uma por noite era apresentada ao rei. Entre elas estava Ester; esta porém, nunca disse ao rei que era judia.
Quando chegou a vez de Ester ir à presença do rei Assuero, ele gostou muito dela e tornou-a rainha. Certo dia, após uma cilada tramada por Hamã, o principal príncipe do reino, o rei decretou que todos os judeus deveriam ser mortos. Ester precisava tomar uma atitude para defender o seu povo; isso seria uma notícia bombástica ao rei.
Ester chamou em secreto a Mardoqueu (seu tio) e disse-lhe que avisasse a todo o povo judeu que jejuasse com ela, e ela iria falar com o rei (Ester 4.15,16).
"Sucedeu, pois, que ao terceiro dia Ester se vestiu com trajes reais, e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte do aposento do rei; e o rei estava assentado sobre o seu trono real, na casa real, defronte da porta do aposento.
"E sucedeu que, vendo o rei à rainha Ester, que estava no pátio, alcançou graça aos seus olhos; e o rei estendeu para Ester o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou, e tocou a ponta do cetro." (Ester 5.1,2)
Veja só tudo o que foi necessário para que Ester pudesse ir falar com o rei. Ela arriscou-se, podendo ser morta por procurar o rei sem ser chamada. Para saber o final da história, leia o resto do livro de Ester =)
Agora, veja só este outro texto: "Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno" (Hebreus 4.16).
Quanta diferença! Quanto privilégio recebemos através do sacrifício de nosso Senhor Jesus!
Podemos entrar confiadamente; Ester sabia que corria um risco. A diferença, é que nosso rei é também nosso Pai! Ele nos ama tanto, que nos dá livre acesso a ele. Podemos chegar à sua presença e clamarmos por socorro sempre que precisarmos. Ele é nosso Rei!
Deus nos abençoe, e refresque nossa memória para que nunca esqueçamos essa enorme mudança que Jesus proporcionou. Ele é maravilhoso! Que toda a nossa vida seja dedicada ao louvor desse rei de amor. Amém!
Seria possível falar pessoalmente com esse rei? Vamos relembrar a história de Ester.
Houve uma época em que o povo judeu esteve dominado pelos medos e persas, e seu imperador era Assuero. Sua rainha o desonrou e ele determinou que outra mulher deveria assumir a coroa em seu lugar. Todas as mulheres da região foram trazidas até o palácio, e uma por noite era apresentada ao rei. Entre elas estava Ester; esta porém, nunca disse ao rei que era judia.
Quando chegou a vez de Ester ir à presença do rei Assuero, ele gostou muito dela e tornou-a rainha. Certo dia, após uma cilada tramada por Hamã, o principal príncipe do reino, o rei decretou que todos os judeus deveriam ser mortos. Ester precisava tomar uma atitude para defender o seu povo; isso seria uma notícia bombástica ao rei.
Ester chamou em secreto a Mardoqueu (seu tio) e disse-lhe que avisasse a todo o povo judeu que jejuasse com ela, e ela iria falar com o rei (Ester 4.15,16).
"Sucedeu, pois, que ao terceiro dia Ester se vestiu com trajes reais, e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte do aposento do rei; e o rei estava assentado sobre o seu trono real, na casa real, defronte da porta do aposento.
"E sucedeu que, vendo o rei à rainha Ester, que estava no pátio, alcançou graça aos seus olhos; e o rei estendeu para Ester o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou, e tocou a ponta do cetro." (Ester 5.1,2)
Veja só tudo o que foi necessário para que Ester pudesse ir falar com o rei. Ela arriscou-se, podendo ser morta por procurar o rei sem ser chamada. Para saber o final da história, leia o resto do livro de Ester =)
Agora, veja só este outro texto: "Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno" (Hebreus 4.16).
Quanta diferença! Quanto privilégio recebemos através do sacrifício de nosso Senhor Jesus!
Podemos entrar confiadamente; Ester sabia que corria um risco. A diferença, é que nosso rei é também nosso Pai! Ele nos ama tanto, que nos dá livre acesso a ele. Podemos chegar à sua presença e clamarmos por socorro sempre que precisarmos. Ele é nosso Rei!
Deus nos abençoe, e refresque nossa memória para que nunca esqueçamos essa enorme mudança que Jesus proporcionou. Ele é maravilhoso! Que toda a nossa vida seja dedicada ao louvor desse rei de amor. Amém!
domingo, 3 de agosto de 2008
Um cantinho a sós
Imagine você e a pessoa a quem você ama. Pra onde você a levaria para provar o seu amor por ela? Uma praia deserta? Um hotel? Uma viagem pela Europa? Deus te levaria para o deserto. Trágico? Não, romântico!
"Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e falar-lhe com carinho" (Oséias 2.14).
Recapitulando o contexto do texto acima:
Oséias foi profeta durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá, e de Jeroboão, filho de Jeoás, rei de Israel. Nesse período os judeus se envolveram com outros povos e adquiriram alguns costumes de culto a outros deuses.
Deus não gostou nada desse atitude de seu povo. Disse-lhes que os castigaria por tal comportamento até que se arrependem-se profundamente, e de coração contrito pedissem perdão. Deus estava levando-os ao deserto.
No deserto os recursos são muito escassos. Não há companhia. É um lugar propício para reflexão. Não há interferência; nada com que se possa se distrair.
Essa era a intenção de Deus: levar Israel a um momento de reflexão para que se arrependesse de suas más atitudes, e se voltasse para Deus.
Mas, Deus não é sádico. Preste bem atenção ao versículo: "vou atraí-la". Ele não disse: "vou enviá-la"; ou seja, Deus estaria lá com seu povo para cuidar dele. E mais, disse também: "... e falar-lhe com carinho". O propósito não era colocar de castigo; era demonstrar seu amor.
Tudo fica muito claro no verso 16: "Naquele dia", declara o Senhor, "você me chamará 'meu marido'; não me chamará mais 'meu senhor'". E ainda no verso 19: "Eu me casarei com você para sempre; eu me casarei com você com justiça e retidão, com amor e compaixão".
Quer maior declaração de amor do que essa?
Deus ainda faz isso nos dias de hoje conosco, seu povo por adoção. Ele nos atrai para o deserto para lá, longe do barulho do mundo, das interferências, nos falar com carinho e nos instruir.
Quando estiver no deserto, lembre-se: Deus está lá com você para demonstrar seu amor.
Que Deus continue abençoando a vocês. Até a próxima!
"Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e falar-lhe com carinho" (Oséias 2.14).
Recapitulando o contexto do texto acima:
Oséias foi profeta durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá, e de Jeroboão, filho de Jeoás, rei de Israel. Nesse período os judeus se envolveram com outros povos e adquiriram alguns costumes de culto a outros deuses.
Deus não gostou nada desse atitude de seu povo. Disse-lhes que os castigaria por tal comportamento até que se arrependem-se profundamente, e de coração contrito pedissem perdão. Deus estava levando-os ao deserto.
No deserto os recursos são muito escassos. Não há companhia. É um lugar propício para reflexão. Não há interferência; nada com que se possa se distrair.
Essa era a intenção de Deus: levar Israel a um momento de reflexão para que se arrependesse de suas más atitudes, e se voltasse para Deus.
Mas, Deus não é sádico. Preste bem atenção ao versículo: "vou atraí-la". Ele não disse: "vou enviá-la"; ou seja, Deus estaria lá com seu povo para cuidar dele. E mais, disse também: "... e falar-lhe com carinho". O propósito não era colocar de castigo; era demonstrar seu amor.
Tudo fica muito claro no verso 16: "Naquele dia", declara o Senhor, "você me chamará 'meu marido'; não me chamará mais 'meu senhor'". E ainda no verso 19: "Eu me casarei com você para sempre; eu me casarei com você com justiça e retidão, com amor e compaixão".
Quer maior declaração de amor do que essa?
Deus ainda faz isso nos dias de hoje conosco, seu povo por adoção. Ele nos atrai para o deserto para lá, longe do barulho do mundo, das interferências, nos falar com carinho e nos instruir.
Quando estiver no deserto, lembre-se: Deus está lá com você para demonstrar seu amor.
Que Deus continue abençoando a vocês. Até a próxima!
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